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Profundidade no meu anime, de Madoka a Hatenkou Yuugi

"Sou Doutor em Filosofia, vi e entendi Evangelion."

Porque tudo começou, como sempre, com Puella Magi Madoka Magica. Pra começar, já digo que não vou traçar nenhum paralelo direto com Madoka aqui, simplesmente porque eu nunca terminei de assistir. Vi até o episódio 8 ou 9, parei porque realmente não fazia diferença, e não tive saudades o bastante pra voltar. Vi muitas pessoas pirando com o final, mas àquela altura eu já tinha parado de ver há um tempo e nem lembrava bem o que acontecia, porque os acontecimentos não eram memoráveis o bastante. Não quer dizer que o anime não seja "profundo" ou sei lá - pelo contrário, me lembro vagamente de estranhar garotinhas do ensino fundamental conversando sobre o sentido da vida no telhado da escola - mas sim que, pessoalmente, não me atingiu.

Certo, dito isso, eu sei que Madoka tem sido cultuado como o-grande-anime-de-profundidade-imensurável-do-ano. E é sobre isso o rant. "Isso" sendo: animes de profundidade imensurável que falham em entreter, o que diabos as pessoas veem neles, a receita do bolo, os segredos do universo e... Hatenkou Yuugi!

Maria-sama ga Miteru: o bom tédio


Lembra dia frio, lareira e café. Bom, eu não tenho uma lareira. E odeio café. E moro numa cidade que não tem lá muitos dias frios...

... Bom, lembra raro dia de chuva, lençol e Ovomaltine. Provavelmente eu estaria vendo TV ou lendo algo ou na internet procurando por algo levemente interessante, o que meio que destrói a metáfora. Ok. Esquece tudo. Lembra tardes - não importa como o tempo esteja - em que estou jogada no sofá e começo a ficar com sono. É gostoso. É um tédio. Tipo Dawson's Creek (... série que só consigo ver se estiver nessas condições, por sinal). É Maria-sama ga Miteru, o mangá.

E como diria uma poeta, "Fuwa Fuwa Time"

Pra quotar uma sábia pessoa no fórum do Anime News Network: "There really isn't anything to masturbate to in K-On!!, unless the person has some sort of tea & cake fetish."

Olá, galera! (Ainda acho que aqui vai ter uma galera, um dia.) Como prometido, um post sobre K-On!... e feminismo. Eu já disse que amo K-On!? Então, é sério. Quando eu falo isso, algumas pessoas ficam tipo “-Q”, porque K-On! é moeshit e eu sou assumidamente fujoshi e essas duas coisas aparentemente não se encaixam. Se você é uma dessas pessoas, é, esse post é pra você.

Otomen - altamente ridículo e incrivelmente apreciável


Otomen é uma série de 2009. Otomen pode ser classificada como uma comédia romântica. Otomen tem doze episódios. Otomen é baseado no mangá de mesmo nome, da Aya Kanno, que começou a ser publicado em 2006 e ainda não chegou ao fim.

Otomen não pode ser explicado em dados técnicos.  Otomen é 100% idiota.  Otomen é maravilhoso.


Meu post introdutório obrigatório

Oláaaa, galera! (Deve ter uma galera aqui. Algum dia. Talvez.)

Eu sou a Chell, o espírito jovial do PEKUxPEKU, o lado adorável com maravilhosos gostos fujóshicos! O lado dinâmico, criativo e aberto a novidades, que sugeriu um esquema de posts em formato "conversa de MSN", mas recebeu uma recusa da sua parceira mauritana, velha e conservadora.

É realmente uma pena.

Dessa forma, devo postar menos, pelo simples fato de que meu tempo é escasso e minha vida acadêmica é atribulada! Culpem a biologia. Sinto.

Dito isso, resolvi abrir o post com um assunto muito pertinente pra nós, fãs das obras da grande nação japonesa: lutas.

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